Rick Wakeman no Brasil

Imagens postadas em uma comunidade no Facebook. Eis um cara que teve grande impacto na minha vida e na vida do meu irmão. Tudo começou com amizades mais velhas que nós. Um amigo do meu irmão tinha discos dele. E foi com eles que o conhecemos. Minha melhor amiga nos 80 era bem mais velha e o conhecia também. Seu irmão mais velho foi em um dos shows dele aqui no Brasil em 1975. 

Era pequena demais na época. Não lembro de nada. Mas ficamos muito seu fã. Ao ponto de meu irmão apresentar um programa na rádio Ipanema FM com esse nosso amigo só sobre ele. Na época, 1984/85, a Ipanema FM possuía um programa chamado Clube do Ouvinte, onde os ouvintes tinham total libertade de, por duas horas, apresentar seu artista favorito. Com seu próprio matérial. Além de que o ouvinte ficava também responsável pelo texto. A Kátia só revisava. 

Já tinham feito do Yes, mas não do tio Rick, então eles fizeram. Saímos como loucos atrás de revistas antigas sobre ele (ainda tenho elas), buscando informações onde pudéssemos (incluindo fontes orais), claro, todos nós éramos quase crianças, então, obviamente, fosse apresentado por alguém mais velho que vivenciou aquela época, seria diferente. Mas valeu. Fiquei em casa gravando o programa. 

Aprendemos muito. Até porque não sabíamos detalhes da vinda  dele. Não sabíamos do impacto geral entre os mais jovens.

Finalmente conheci Rick em 2013 e foi uma das mais carinhosas lembranças que tenho. Todos na banda dele são muito legais. 

Uma pena que essa geração maravilhosa esteja nos deixando a cada dia. 

Muito agradecida por ter, mesmo que tardiamente, tido a honra de conhecer sua obra. 

Ah, existe registro sonoro da sua apresentação em 1975 no Rio de Janeiro.

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